Hoje eu to pra festa, meio perua meio mendiga
Coberta por meu vestido de cetim, oh sim senhora.
Quero meu casaco de veludo ali em cima
Logo vou-me embora.
Hoje eu não to pra cobranças, não quero dinheiro nem esmolas
Senti-lo bater no rosto, meu sorriso se aflora.
Pára de reclamar menina,
Minhas lagrimas são suas, não chora.
Hoje não to pras pessoas, elas são escrotas
Tiram de mim meu espírito tocante, inconstante.
Meu coração despercebido e fugaz
Toma meu amor nesse instante
Cansei dos homens, fúteis e egoístas
Combatidas guerras do amor, tuas feridas, mentira.
Hoje só quero dormir, sonhar, me iludir
Busca sim senhor, minhas asas escondidas
Elas estão apagadas, mas ainda vivas.
Prova da comida dos céus, o vento
Da comida do ódio, cicuta
Da comida da paixão, o doce veneno.
Hoje não mais quero acordar
Quero estar, dançando ventania
Só, sim
E que os anjos chorem a minha vida
Hoje, por fim.
domingo, 21 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
"É... vai precisar de soro na veia e injeção de penicilina." Um homem de roupa branca com óculos de tampinha e uma cara de quem pegou a mulher na cama com outro na noite anterior me condenou ao que eu mais temia: as agulhas. Não é novidade nenhuma que eu as repudiu desde que nasci. Só a ideia de algo pontudo perfurando as partes do meu corpo ja me arrepia. Argh. Tá, acho que ninguém gosta excluindo os masoquistas. Mas eu realmente não suporto. Até tenho histórinhas engraçadas em que eu fugia do hospital pra nao receber vacina e até ja chutei a pobre da dentista apenas por ela querer limpar meus dentinhos de leite. É cara, sou um perigo pros jalecos de plantão! Enfim, desde segunda que algum vírus ou bactéria idiota se apossou do meu corpo e me deixou de cama, aos cuidados de mamãe (pelo menos isso). Acho que foram as duas noites mais mal dormidas da minha vida. Nossa, aquela febre estúpida e as dores pelo corpo teimavam em continuar. Mas ai foram passando. Minha semana não foi nada boa e o desfalque de postagens essa semana se deve a isso também, afinal fiquei como uma barata tonta na cama uns quatro dias seguido. Vou pensar melhor antes de sair de casa com chuva e sem casaco. Chega de cama, minha filha! Você vai descansar bastante embaixo da terra. (Quem sabe sair amanhã no vento de novo me ajude) Eu deveria é me tocar de verdade e enfiar a cara nos livros. Ah, amanhã não. Nem vem. Vou me divertir ok? Mas uma coisa é certa: praga de mãe é tiro e queda caramba.
domingo, 14 de outubro de 2007
Na quinta vi um filme e achei que seria uma boa escrever sobre ele. Claro que não fazer um resumo em si, nem ser estraga prazeres fofocando o final. Mas sim expor a idéia principal, a vontade impulsiva de querer esquecer alguém, logo após terminar uma relação conturbada com este. Em Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças, dirigido por Michel Gondry, Clementine (Kate Winslet), usa um processo médico para apagar da memória tudo o que possa lembrar seu namorado, Joel (Jim Carrey), que quando descobre a decisão maluca da amada, procura fazer o mesmo. Óbvio que isso não existe, pelo menos não ainda. Mas essa forma maluca de querer tirar alguém da cabeça pra sempre (pra sempre mesmo!), me faz refletir as idéias. Como pode querer arrancar da sua vida o passado, um grande amor? Bom, pros sofredores de plantão, até que essa não é uma má idéia. Ai que maravilhoso seria não ter uma dor de cotovelo! Mas aí... será que é melhor mesmo nunca ter a lembrança de uma dor ou viver aquilo, sofrer, mas ter na memória todos os momentos felizes que passou do lado de outro alguém? Quem no momento sofre feito um condenado, sem dúvida acha uma boa. Já um completo apaixonado ou até mesmo quem nunca sofreu por amor, pensa que é uma tremenda idiotice.
A tentativa, na maioria frustrante, de se esquecer, é pesada e consome grande parte das suas forças e do seu tempo. Sim, tu podes até não mais olhar pro outro pensando como matá-lo cruelmente por tanta mágoa que este lhe causou. Mas esquecer? Nunca. Faz parte de quem somos e do que construímos. Decepcionante quando essa tentativa corre por ralo abaixo. Nossa que desgraça! Você vive a vida cultivando aquelas lembranças e dores e se afunda cada dia mais. Bem trouxa, diriam os apáticos. Me pergunto o que eu escolheria. Resposta ainda não confirmada. Mas ainda fico com a segunda opção por enquanto e nada de interferências médicas no meu cérebro. Lembrar e sofrer. Essa parece uma sina de todas as mulheres. Mas e daí? Vamos ter historinhas de amor pra contar pros netinhos e aconselhá-los a não fazer igual, mesmo que estes façam pior. Bleh. E assim vamos, gostamos disso pelo visto. Voilà!
“Abençoados sejam os esquecidos, pois tiram o melhor de seus equívocos” - Nietzsche
A tentativa, na maioria frustrante, de se esquecer, é pesada e consome grande parte das suas forças e do seu tempo. Sim, tu podes até não mais olhar pro outro pensando como matá-lo cruelmente por tanta mágoa que este lhe causou. Mas esquecer? Nunca. Faz parte de quem somos e do que construímos. Decepcionante quando essa tentativa corre por ralo abaixo. Nossa que desgraça! Você vive a vida cultivando aquelas lembranças e dores e se afunda cada dia mais. Bem trouxa, diriam os apáticos. Me pergunto o que eu escolheria. Resposta ainda não confirmada. Mas ainda fico com a segunda opção por enquanto e nada de interferências médicas no meu cérebro. Lembrar e sofrer. Essa parece uma sina de todas as mulheres. Mas e daí? Vamos ter historinhas de amor pra contar pros netinhos e aconselhá-los a não fazer igual, mesmo que estes façam pior. Bleh. E assim vamos, gostamos disso pelo visto. Voilà!
“Abençoados sejam os esquecidos, pois tiram o melhor de seus equívocos” - Nietzsche
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
A última dose.
O copo de aguardente sobre a mesa já não tinha o mesmo sabor. Mas ele ainda tava ali, encarando-o. “Me bebe logo seu vagabundo.” E a goela se arranhando por um gole, implorando pra saciar a sua vontade. E ele já não se agüentava em pé. Suas forças tinham se extinguido até pra levantar da cadeira, mas não para beber. Precisava daquilo. “Só mais uma. Só mais uma”, prometia a si mesmo. Mas o último só acabava quanto ele caia desmaiado na cama levado pela esposa ou pelo filho mais velho. Adormecia num sono profundo, mas que logo era interrompido pelo vício maldito que tinha tomado conta de toda a sua vida e ele já não mais conseguia lutar. Tinha perdido a própria dignidade e respeito. O único desejo de cada manhã era correr pro bar do seu Raimundo e pedir uma cachaça até a borda do copo. “Ah, não quer me dar mais é seu filho da puta?”. Corria dali pra qualquer outro botequim que tivesse de portas abertas. Quando não tinha mais nenhum centavo no bolso, fazia dividas e mais dividas, que obrigatoriamente eram pagas por Marta, que tinha medo que o marido fosse preso. A esposa de olhar cansado e que aparentava muito mais que a idade que tinha, era batalhadora, sustentava a casa, os três filhos (Rafa de 17, Joana de 13 e Mirela de 6) e o marido alcoólatra. Mas já não conseguia lidar com aquilo sozinha. Estava visivelmente abatida. A situação se estendia a mais de 5 anos e o sonho de comprar a casa própria já tinha ido ralo a baixo, junto com a esperança de recuperação do homem a quem amava a mais de 25 anos. Uma parte do salário que conseguia guardar, destinado à prestação do imóvel, era tomado dia a dia pra sustentar o vício de José. Já tentara inúmeras vezes convencê-lo a parar e até o prendia em casa, mas logo via que era em vão. O homem honesto e generoso com quem havia se casado, já não era o mesmo e se tornara agressivo e amargurado. Batia nela e as vezes nas crianças. Rafa, o mais velho, conseguia impedi-lo quando presenciava, mas precisava bater nele para isso, o que o deixava totalmente arrasado. Mas ele sabia que o pai dele não era mais aquele, aquilo ali era um homem totalmente tomado pelo álcool e que precisava voltar a si antes que fosse tarde demais.
Às três horas da madrugada, Marta se remexia de um lado pro outro na cozinha atordoada. O marido havia quebrado a janela para sair (a chave da porta da entrada era escondida todas as noites para ele não fugir) e até aquela hora não tinha voltado. Às quatro e quinze a porta bate. Parado em frente, um cara de farda com uma arma acoplada numa espécie de cinta. Era um policial. Haviam achado um homem de média estatura, por volta dos seus 45 anos e cabelos escuros morto no bar do seu Raimundo. Pelo relatos, ele havia bebido muito e iniciou uma briga com um cara armado. Discutiram, ele atirou e fugiu acompanhado de mais três homens. Seu Raimundo, que no momento da briga, como as demais pessoas, não teve como impedir e só teve oportunidade de chamar a policia, informou ao policial a casa do velho cliente José. Marta, dura e atônita, desmaiou na hora. Quando acordou, estava no pronto socorro com a irmã ao lado. Todo o desespero vivido por conta do vício do marido começou a correr pela sua cabeça. Tentava imaginar como iria contar aos filhos e como iria viver dali pra frente. Como seria agora sem o seu amor, sem o pai dos seus filhos e sem o peso do álcool que ela carregava? Sabia que uma hora ou outra, aquilo acabaria, mas não imaginava que de uma forma tão trágica. Amava aquele homem, mas sentiu um alívio. Sentia-se livre e tristemente abalada ao mesmo tempo. O amor da sua vida havia ido embora, junto com todo o fardo que ela carregara. O marido descansava em paz e ela poderia fazer o mesmo agora.
Às três horas da madrugada, Marta se remexia de um lado pro outro na cozinha atordoada. O marido havia quebrado a janela para sair (a chave da porta da entrada era escondida todas as noites para ele não fugir) e até aquela hora não tinha voltado. Às quatro e quinze a porta bate. Parado em frente, um cara de farda com uma arma acoplada numa espécie de cinta. Era um policial. Haviam achado um homem de média estatura, por volta dos seus 45 anos e cabelos escuros morto no bar do seu Raimundo. Pelo relatos, ele havia bebido muito e iniciou uma briga com um cara armado. Discutiram, ele atirou e fugiu acompanhado de mais três homens. Seu Raimundo, que no momento da briga, como as demais pessoas, não teve como impedir e só teve oportunidade de chamar a policia, informou ao policial a casa do velho cliente José. Marta, dura e atônita, desmaiou na hora. Quando acordou, estava no pronto socorro com a irmã ao lado. Todo o desespero vivido por conta do vício do marido começou a correr pela sua cabeça. Tentava imaginar como iria contar aos filhos e como iria viver dali pra frente. Como seria agora sem o seu amor, sem o pai dos seus filhos e sem o peso do álcool que ela carregava? Sabia que uma hora ou outra, aquilo acabaria, mas não imaginava que de uma forma tão trágica. Amava aquele homem, mas sentiu um alívio. Sentia-se livre e tristemente abalada ao mesmo tempo. O amor da sua vida havia ido embora, junto com todo o fardo que ela carregara. O marido descansava em paz e ela poderia fazer o mesmo agora.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Mentir: covardia ou necessidade?
Quem nunca contou uma mentirinha que atire a primeira pedra. “Ah, mas não foi nada de mais, não faz cócegas nem numa formiga.” As pessoas se adaptaram a pronunciar deliberadamente essa frase. Talvez porque ela soe com ingenuidade, sem malícia, “necessária” devido à situação do momento. Ou vendo por outro ângulo, uma forma “covarde” de esconder aquilo que as envergonham, mesmo que seja inteiramente delas. A carência do ser humano é muito maior do que ele demonstra ter. Sua incrível busca por afeto muitas vezes é o ponto inicial da mentira. E para receber, é preciso dar também. Aí vem aqueles elogios baratos. Começa em casa, o filho elogiando o corte novo de cabelo do pai (mesmo achando cafonérrimo) pra ganhar um aumento de mesada. Ou o cara dizendo “eu te amo” pra gata que conheceu na balada da noite anterior só pra levá-la pra cama.
Algumas delas realmente parecem inofensivas visto a nossa ignorante percepção dos fatos. Ora, por que falar pra filha de cinco anos que Papai Noel não existe? Se isso não afeta a compreensão e a formação psicológica da criança, tudo bem. Ate porque uma criança pequena não tem capacidade pra discernir certas coisas ainda e a ilusão da existência de um velhinho barbudo que dá presentes pode ser boa pra ela. Mas a partir do momento que de alguma forma prejudica o outro, influencia em seus atos e até mesmo na formação do seu caráter, ela deve ser repensada. A gente passa a se acostumar com as pequenas mentiras, tão comuns como dormir e ver televisão. Mas com o passar do tempo, elas passam de meras bolinhas de gude para verdadeiras avalanches que engolem a gente. Saem do nosso controle e passa a controlar a nossa própria vida. E o que muitas vezes não passava de um fato “distorcido”, vira a realidade, a única que temos e que não conseguimos mais fugir.
Talvez pareça que eu to exagerando na proporção dos fatos, mas se parar pra pensar em cada coisa falsa que deixamos passar, vemos claramente o quanto ela tomou conta e se apossou da nossa personalidade. Alimentando-a todo dia e mascarando o que realmente somos, nos tornamos pessoas mais ocas e com pouca coisa real dentro de nós, além dos nossos ossos e órgãos, é claro.
Nem to aqui julgando ninguém como parece, até porque porra...já menti, minto e vou mentir várias vezes ainda até eu estar a sete palmos da terra. Sou mais uma criação falha, mais uma imperfeição da natureza, ou seja, mais um ser humano. Mas começa por ai. Ter uma noção básica disso e olhar mais pra frente, além do nosso próprio umbigo. Infelizmente, alguns precisam de um balde de água fria pra deixar de ser uma abobrinha ambulante, já outros precisam se afogar na própria piscina de merda, e ainda sim não conseguem parar de feder.
Algumas delas realmente parecem inofensivas visto a nossa ignorante percepção dos fatos. Ora, por que falar pra filha de cinco anos que Papai Noel não existe? Se isso não afeta a compreensão e a formação psicológica da criança, tudo bem. Ate porque uma criança pequena não tem capacidade pra discernir certas coisas ainda e a ilusão da existência de um velhinho barbudo que dá presentes pode ser boa pra ela. Mas a partir do momento que de alguma forma prejudica o outro, influencia em seus atos e até mesmo na formação do seu caráter, ela deve ser repensada. A gente passa a se acostumar com as pequenas mentiras, tão comuns como dormir e ver televisão. Mas com o passar do tempo, elas passam de meras bolinhas de gude para verdadeiras avalanches que engolem a gente. Saem do nosso controle e passa a controlar a nossa própria vida. E o que muitas vezes não passava de um fato “distorcido”, vira a realidade, a única que temos e que não conseguimos mais fugir.
Talvez pareça que eu to exagerando na proporção dos fatos, mas se parar pra pensar em cada coisa falsa que deixamos passar, vemos claramente o quanto ela tomou conta e se apossou da nossa personalidade. Alimentando-a todo dia e mascarando o que realmente somos, nos tornamos pessoas mais ocas e com pouca coisa real dentro de nós, além dos nossos ossos e órgãos, é claro.
Nem to aqui julgando ninguém como parece, até porque porra...já menti, minto e vou mentir várias vezes ainda até eu estar a sete palmos da terra. Sou mais uma criação falha, mais uma imperfeição da natureza, ou seja, mais um ser humano. Mas começa por ai. Ter uma noção básica disso e olhar mais pra frente, além do nosso próprio umbigo. Infelizmente, alguns precisam de um balde de água fria pra deixar de ser uma abobrinha ambulante, já outros precisam se afogar na própria piscina de merda, e ainda sim não conseguem parar de feder.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Uma dose de silêncio.
A sala vazia e apenas o barulho da própria respiração ouvida por ela. Os passos lá fora já não eram mais escutados e os pássaros nas árvores se calaram. A toda a sua volta a única coisa que podia sentir era seu coração batendo incessantemente dentro do corpo gélido. O silêncio era muito mais do que um momento solitário e constrangedor, era prazeroso e excitante. Aqueles instantes em que ela podia ficar ali, sentada, sem aparentemente fazer nada, mas que dentro da sua cabeça coberta por cabelos compridos e castanhos, suas idéias e devaneios voavam como nunca. Era necessário aquilo. Pra quê? Nem ela sabia. Apenas desejava estar ali, olhando pra própria alma. Tentando ler por entre as linhas dos seus pensamentos e buscando as respostas perdidas dentro deles. O silêncio era como uma droga que podia expressar fielmente os seus sentidos e vontades, como nenhuma palavra sonora conseguia reproduzir. Era o que ela tinha. A voz do seu próprio vazio, da sua alma livre e acanhada...
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Duas e quarenta e o papo feminino ainda rola solto. O assunto de hoje? Um dos preferidos das mulheres: homens e amor (que nao deixa de ter relação direta), é claro. Mas pelo jeito atacado da Ma e o meu jeito louco de falar, tudo fica estranhamente divertido. Ela ainda ta ali, falando e rindo comigo. Po, é incrivel como o tempo passa rapido quando a gente ta "mentendo o pau" nos relacionamentos antigos, falando mal dos bofes e tentando achar uma explicação plausivel pra nossa falta de sorte. Buscando respostas mais concretas praquele amor que normalmente muda tudo o que a gente achava sobre relacionamentos e nos tornam bobas e inseguras, ou seja, tudo aquilo que condenávamos veemente. Aquele amor de paixão, que nos faz mais mulheres e mais desequilibradas. E a busca inconstante por aquela pessoa que não mais vai nos fazer chorar. Hã? Mas isso é impossivel. Amar e não sofrer? Voce só pode ta de palhaçada comigo né. Pois é. Mas esse aqui não é um texto pra falar desse sentimento tão unicamente belo e ao mesmo tempo tão complicado pra minha confusa massa cinzenta que é o amor. Alias, no momento não estou com a cabeça boa pra isso, a nao ser ir pra minha cama dormir.
"Coisas muito bonitas acontecem quando pessoas que se amam se encontram"
Essa frase ainda nos parece bem distante e surreal. Fazer o que? A nossa triste atuação amorosa diz por si só. É duro, mas até la a gente troca nossas idéias malucas pela madruga e nos divertimos rindo de tudo isso, mesmo que sejam as nossas próprias desgraças e medos. Fica ai um pedacinho só pra guardar:
ma diz:
como vc disse dá medo de perder as pessoas que a gente ama
>> Laisa diz:
é meo... e msm assim a gente continua fazendo burradas pra isso acontencer
ma diz:
será qu eum dia acaba?
ma diz:
será que um dia a gente vai parar e dizer.. "ai chega.. de verdade, p sempre"
>> Laisa diz:
amor é sempre amor, msm q mude
>> Laisa diz:
talvez tu nao sinta as msm coisas, mas ainda sinta coisas
>> Laisa diz:
amor é a vontade de amar alguem
>> Laisa diz:
qd vc perde essa vontade, nao tem pq continuar qq coisa q seja
ma diz:
foda -se então.
"Coisas muito bonitas acontecem quando pessoas que se amam se encontram"
Essa frase ainda nos parece bem distante e surreal. Fazer o que? A nossa triste atuação amorosa diz por si só. É duro, mas até la a gente troca nossas idéias malucas pela madruga e nos divertimos rindo de tudo isso, mesmo que sejam as nossas próprias desgraças e medos. Fica ai um pedacinho só pra guardar:
ma diz:
como vc disse dá medo de perder as pessoas que a gente ama
>> Laisa diz:
é meo... e msm assim a gente continua fazendo burradas pra isso acontencer
ma diz:
será qu eum dia acaba?
ma diz:
será que um dia a gente vai parar e dizer.. "ai chega.. de verdade, p sempre"
>> Laisa diz:
amor é sempre amor, msm q mude
>> Laisa diz:
talvez tu nao sinta as msm coisas, mas ainda sinta coisas
>> Laisa diz:
amor é a vontade de amar alguem
>> Laisa diz:
qd vc perde essa vontade, nao tem pq continuar qq coisa q seja
ma diz:
foda -se então.
sábado, 6 de outubro de 2007
Uma dose de poesia.
"Nesses versos me veja poeta
Me vejo sozinha,
No meio de um jardim
De flores perfumadas.
Eu vejo o céu me olhando,
Sorrindo, cantando
E as rosas se desbotam...
Assim como as minhas palavras.
Elas então se vão com a brisa do vento
Como se fugissem... correndo,
Amedrontadas.
E ali fico em silêncio
No meio do jardim...
Calada em corpo, falante em alma."
Fiquei aqui pensando o que escrever pra primeira postagem. Depois de muito tempo com preguicite aguda pra fazer algo do genêro, pus a mão na massa, mesmo que o pão ainda demore pra crescer. A idéia de escrever num blog constantemente ta me agradando! Mas não me veio nada na mente a não ser essa poesia ja feita. Pode ser podre, sem sentido ou angustiante. Mas é minha, unicamente minha.
Me vejo sozinha,
No meio de um jardim
De flores perfumadas.
Eu vejo o céu me olhando,
Sorrindo, cantando
E as rosas se desbotam...
Assim como as minhas palavras.
Elas então se vão com a brisa do vento
Como se fugissem... correndo,
Amedrontadas.
E ali fico em silêncio
No meio do jardim...
Calada em corpo, falante em alma."
Fiquei aqui pensando o que escrever pra primeira postagem. Depois de muito tempo com preguicite aguda pra fazer algo do genêro, pus a mão na massa, mesmo que o pão ainda demore pra crescer. A idéia de escrever num blog constantemente ta me agradando! Mas não me veio nada na mente a não ser essa poesia ja feita. Pode ser podre, sem sentido ou angustiante. Mas é minha, unicamente minha.
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