terça-feira, 13 de maio de 2008

“Houve uma época em nossas vidas em que estávamos tão próximos, que nada parecia obstruir nossa amizade e fraternidade e apenas uma pequena ponte nos separava. Quando você ia subir na ponte, eu lhe perguntei: ‘Você quer atravessar a ponte até mim?’ Imediatamente, você deixou de querê-lo e, quando repeti a pergunta, você ficou silente. Desde então, montanhas, rios torrenciais e o que quer que separe e aliene interpuseram-se entre nós e, mesmo que quiséssemos nos reunir, não conseguiríamos. Agora, ao pensar no pontilhão, você perde as palavras e soluça e se maravilha.”

terça-feira, 6 de maio de 2008

Da fonte seca-se as esperanças ainda contidas. O que são as esperanças além da ilusão de verdades?
Não quero saber.


To com tempo pra escrever. Mas não escrevo. Por quê?
Não quero saber.